OS IDEOGRAMAS NAS ARTES MARCIAIS: DESVENDANDO SIGNIFICADOS,
CULTIVANDO VALORES
O tema artes marciais
na escola está presente nos parâmetros curriculares nacionais, bem como na Base
Nacional Comum Curricular e outros documentos da rede pública de ensino. Essa
discussão vem crescendo cada vez mais, sendo o tema muito discutido no meio
acadêmico inclusive em cursos de graduação e pós-graduação em Educação Física,
portanto diversos fatores contribuem para que as artes marciais sejam conteúdos
abordados nas escolas. O objetivo deste artigo é chamar a atenção sobre a
importância dos significados dos ideogramas japoneses em um projeto escolar de
artes marciais, destacando não apenas os aspectos técnicos da prática das lutas,
mas também os valores culturais e filosóficos incorporados na linguagem dos
kanjis e refletir se a arte marcial tem sido abordada nas aulas de acordo com o
que é proposto nos documentos oficiais. Palavras-chave: Lutas; Educação Física
Escolar; Pedagogia; Aprendizagem.
O tema lutas e artes
marciais é muito amplo e pode ser abordado em muitas áreas principalmente nas
aulas de história e educação física, seja pela prática ou mesmo conhecendo a
sua filosofia e aplicando seus princípios de disciplina e autocontrole nas
questões cotidianas. A luta é considerada uma manifestação cultural presente
desde a antiguidade e transmitida de geração em geração. Por ser uma arte viva
está em constante transformação adquirindo traços peculiares dependendo da
época e do local onde foi desenvolvida. Não existem registros escritos precisos
sobre a origem das artes marciais, desde os tempos mais antigos o homem luta,
para sobreviver, para disputar territórios ou mesmo para se exercitar e por
diversão. É possível encontrar pinturas nas cavernas com cenas de lutas que
faziam parte do cotidiano dos povos da pré-história, também podemos encontrar a
luta presente nos escritos sagrados das diversas religiões, em vasos, na
literatura e outras formas de arte.
ARTE MARCIAL NOS DOCUMENTOS OFICIAIS Descrita tanto na Base
Nacional Comum Curricular (BNCC) como nos Parâmetros Curriculares Nacionais
(PCN) as lutas devem ser inseridas nas aulas de educação física escolar, sendo
que arte marcial pode ser considerada um conteúdo importante no cenário escolar,
pois visa preparar um cidadão crítico e solidário nos diversos momentos da
vida, por auxiliar o aluno para conviver em sociedade, aprendendo a manter o
controle do seu corpo e da sua mente. Os Parâmetros Curriculares Nacionais
(1998) definem lutas como disputas em que o oponente deve ser subjugado,
mediante técnicas e estratégias de desequilíbrio, contusão, imobilização ou
exclusão de um determinado espaço na combinação de ações de ataque e defesa.
Caracterizam-se por uma regulamentação específica, a fim de punir atitudes de
violência e de deslealdade. No mesmo documento são citados como exemplo de
lutas as brincadeiras de cabo-de guerra e braço-de-ferro até as práticas mais
complexas da capoeira, do judô e do karatê. (BRASIL. Secretaria de Educação
Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Educação Física. Secretaria de
Educação Fundamental. Brasília: MEC /SEF, 1998. 114 p.) De acordo com a BNCC,
as lutas compõem o repertório de práticas corporais a serem abordadas ao longo
das aulas de Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental. A unidade
temática “lutas” focaliza as disputas corporais, nas quais os participantes
empregam técnicas, táticas e estratégias específicas para imobilizar,
desequilibrar, atingir ou excluir o oponente de um determinado espaço,
combinando ações de ataque e defesa dirigidas ao corpo do adversário. Dessa
forma, além das lutas presentes no contexto comunitário e regional, podem ser
tratadas lutas. As lutas podem ser estudadas na escola dentro das aulas de
educação física ou mesmo em projetos interdisciplinares no contra turno,
importante salientar que os projetos devem apresentar a arte marcial dentro das
três dimensões: Conceitual, Procedimental e Atitudinal. Essas três dimensões
estejam divididas, para melhor compreensão, na sua pratica estão conectadas não
sendo possível apresenta-las de forma separada.
OS IDEOGRAMAS Nesse artigo em especial, o tema ideogramas
pode ser considerado pertencente a dimensão conceitual da arte. A dimensão conceitual
é aquela que dará sentido a prática, permitindo que os alunos possam refletir
diversas questões desde como surgiram as diversas formas de luta, quais as
necessidades dos homens em cada época bem como como a luta evoluiu de um
simples confronto de sobrevivência a arte marcial que temos hoje. Conforme
argumenta Neuenfeldt (2008, p. 153): [...] os alunos necessitam adquirir
conhecimentos, não apenas de como fazerem exercícios físicos, de como
praticarem esportes, mas de serem capazes de entender e analisar sua condição
de sujeito cultural e histórico, numa sociedade que possui uma cultura de
movimento da qual ele faz parte. Os kanjis são símbolos japoneses adquiridos
através da China utilizados na escrita por alguns também chamados de ideograma
eles são caracteres que carregam ideias e muitas vezes representam conceitos
abstratos com mais de uma interpretação. Portando a caligrafia para os
japoneses é como uma forma de arte. Através de único símbolo podemos expressar
muitas ideias e conceitos sendo que uma única interpretação não daria conta de
todos os significados. Estudar os significados dos ideogramas japoneses pode
ser uma parte interessante e enriquecedora do ensino de artes marciais na
escola, especialmente se as artes marciais têm raízes japonesas, como o Judô,
Karatê, Aikido, entre outras. Existem várias razões pelas quais isso pode ser
benéfico, a compreensão dos ideogramas japoneses ajuda os alunos a se
conectarem com a cultura das artes marciais. Isso pode aumentar a apreciação e
o respeito pela cultura japonesa, bem como a história e a tradição das artes
marciais. Muitos ideogramas japoneses têm significados profundos e filosóficos.
Por exemplo, os caracteres que compõem palavras e frases usadas nas artes
marciais frequentemente se relacionam com conceitos como respeito, disciplina,
perseverança, harmonia e auto aperfeiçoamento. Compreender esses significados
pode ajudar os alunos a incorporar esses valores em sua prática. O ideograma
japonês também pode enriquecer o vocabulário dos alunos, permitindo que eles
compreendam melhor os termos técnicos e os princípios subjacentes das artes
marciais. Um ponto de partida para a análise dos ideogramas poderia ser estudar
os ideogramas japoneses que formam o nome das lutas por exemplo Judô. Uma das primeiras
coisas que me chamam atenção ao pensar em origem de algo, é em sua análise
etimológica. Principalmente em termos de arte marcial, esse sempre me pareceu
um caminho nada mais que lógico. Pensemos assim: já que cada estilo de arte
marcial foi criado por alguém, alguém criou um nome para identificar o estilo
de luta que havia criado, ou seja, este é o momento em que o próprio autor
percebe a inovação daquilo que criou. (Gustavo Goulart no artigo “Jiu Jitsu ou
Jujutsu? A raiz da palavra”)
OS IDEOGRAMAS DA
PALAVRA JUDÔ: O termo JUDÔ é formado por
dois ideogramas JU (suavidade/flexibilidade) e DO (caminho) formando Caminho da
Suavidade. SUAVIDADE “O ideograma JU provavelmente deriva de uma passagem no
antigo tratado militar chinês, o San-Lue (San Ryaku em japonês), que remonta ao
período chinês da primavera e do outono (722-481 a.C.). A passagem em questão
declara "Ju yoku sei go"(柔能制刚 ) ou "A suavidade controla bem a dureza". Isso deu
origem à ideia popular de que, para derrotar uma força mais forte, uma força
mais fraca nunca deveria tentar usar resistência. Quando aplicado ao agarrar em
combate próximo, isso significava que a força mais fraca deveria se submeter a
ser empurrada, a fim de anular a força de ataque. Trabalhar a favor em vez de
contra uma força de ataque ajudará a desequilibrar um atacante e tenderá a
fazê-lo cair. ” (Serge Mol, Classical Fighting Arts of Japan) O JU ou JIU
conforme a pronúncia de determinados lugares. Tem como tradução Suavidade. A
suavidade é um conceito que carrega o sentido de fluidez, adaptação ou
flexibilidade. O ideograma "Ju" (柔) nas
artes marciais japonesas é comumente traduzido como "suavidade" ou
"flexibilidade". Segundo alguns tradutores e estudiosos esse kanji é
oriundo de um pictograma antigo que representa o broto de uma árvore. A
interpretação de "Ju" como um broto de uma planta é uma analogia
interessante que pode ser associada a vários significados dentro do contexto
das artes marciais. Aqui estão algumas maneiras de explorar essa metáfora:
Assim como um broto cresce gradualmente para se tornar uma árvore, a prática do
princípio da suavidade nas artes marciais envolve um desenvolvimento contínuo
ao longo do tempo. A suavidade não é algo instantâneo, mas um processo de
crescimento constante. Apesar de ser delicado, possui uma resistência interna.
Da mesma forma, a suavidade nas artes marciais não significa fraqueza, mas a
capacidade de lidar com a resistência de maneira controlada e eficaz. O broto
se adapta às condições ao seu redor para crescer. Da mesma forma, a suavidade a
arte envolve a capacidade de se adaptar às circunstâncias, fluindo com a
energia em vez de resistir rigidamente. A pequena planta contém o potencial
para se tornar uma árvore robusta. "Ju" sugere que a suavidade não é
apenas uma qualidade passiva, mas pode ser uma fonte de força e poder quando
usada adequadamente. O crescimento ainda pode ser associado ao conceito de
"movimento não intencional" ou "não resistência". Da mesma
forma, a suavidade muitas vezes envolve a ausência de resistência direta,
permitindo que a energia flua de maneira natural, em consonância com o ritmo da
vida. Ao incorporar essa metáfora “do crescimento do Broto” em nossas reflexões
sobre o ideograma "Ju”, podemos destacar como a suavidade nas artes
marciais não apenas representa uma técnica de movimento, mas também uma abordagem
filosófica que abraça o crescimento, a adaptação e a harmonia com o ambiente ao
redor. Podendo desta forma carregar o sentido do desenvolvimento que não é algo
acelerado ou forçado. Obedece a uma lei maior, a planta obedece ao ritmo que a
natureza impõe, ela cresce em direção à luz de forma lenta, silenciosa, porém
constante, se desviando dos obstáculos. Que impedem o seu crescimento em
direção à luz. Diz a lenda que o princípio da suavidade foi proposto por um
médico oriental. Que durante um período de sua vida estava muito desanimado e
não via sentido para sua vida E o trabalho? Algo parecido com o que hoje
chamamos de platô. Um período de baixa produtividade em que perdemos o foco e o
sentido do nosso existir. Esse médico decidiu então, dar um tempo e abandonar
tudo para repensar seu propósito de vida e a estudar os princípios da dualidade
Taichi, o Yin Yang. E durante esse afastamento, um dia observando a natureza em
uma tarde de tempestade, notou que os fortes ramos da cerejeira quebravam com
os golpes da tempestade, enquanto os ramos do Salgueiro se dobravam e dessa
maneira, não se danificavam. Dessa observação surgiu a escola coração do
Salgueiro ou espírito do Salgueiro, que defende como podemos ver, o princípio
da suavidade que foi proposto através de uma minuciosa observação dos fenômenos
naturais. A água, uma tempestade, ramos rígidos e flexíveis de uma árvore.
Portanto, o ideograma “Ju” semelhante ao broto de uma planta, representa muito
bem a força presente na natureza, chegando a comparar o broto com a ponta de
uma lança, graças à sua capacidade de penetração. A terra é incapaz de deter o
crescimento da plantinha.
CAMINHO O caminho, DO em japonês ou TAO em chinês possuem o
mesmo kanji e significados semelhantes. O ideograma DO é formado por dois
símbolos que nos remetem a duas figuras: uma cabeça e um pé ou uma pegada como
preferir. A cabeça e pé transmitem as seguintes interpretações, o pé indicando
um movimento, o caminhar, o deslocamento ou ainda progresso e a cabeça
caminhando junto analisando, refletindo sobre o caminhar. O pé e a cabeça vão
nos indicar a dualidade presente na arte marcial, sendo o pé ligado ao chão, a
terra, a parte material ao mundo físico a luta nada mais é do que uma das
formas de educar o corpo e a mente, cabeça presente no ideograma indica a
ligação da arte ao mundo das ideias, do pensamento da análise. Em linhas gerais
o caminho é uma experiência ao mesmo tempo prática e teórica não podemos
separar a cabeça do corpo a arte marcial somente poderá ser plenamente compreendida
através da prática e do tempo através da ação e da reflexão. É importante
salientar a respeito do sentido amplo do caminho, sabemos que os três grandes
mestres do budo, Kano, Funakoshi e Ueshiba estudaram profundamente os clássicos
chineses e dessa forma a filosofia taoísta influenciou profundamente a
interpretação do caminho para esses mestres, então vamos refletir alguns pontos
a respeito do caminho. “O Tao que pode ser explicado com palavras não é o
verdadeiro Tao. ” Tao te ching De todos os conceitos presentes na arte marcial,
o mais complexo e difícil de explicar é o caminho. É um conceito tão abrangente
que se torna quase impossível defini-lo em palavras, pois vai além da linguagem
e se insere na vivência de cada um. O caminho é uma jornada, uma trajetória,
uma experiência que nos transforma ao longo do percurso, nos desafiando a
crescer e a evoluir. É um processo contínuo de ação e reflexão, de prática e
pensamento, que nos conduz a uma compreensão mais profunda de nós mesmos e do
mundo ao nosso redor. Portanto qualquer esforço humano para explicar o infinito
seria pura perda de tempo, o caminho não pode ser explicado ele deve ser
percorrido é uma experiência vivenciada é impossível para o homem explicar a
vida de fora para dentro porque ele é parte da vida, seria como uma Formiga
tentando entender uma Floresta, ela seria capaz somente de percorrer essa
Floresta. Uma outra definição interessante do caminho é essa: o caminho é a
jornada aquele que caminha e o próprio verbo caminhar, por essa explicação
podemos notar que o caminhante é parte do caminho, porém o caminho vai muito
além do caminhante. “Eu tive várias razões para não usar o termo jujútsu, que
descrevia o que era praticado antes e optar pelo termo JUDÔ. A razão principal
é que DO (caminho) é o foco principal do que é ensinado pela Kodokan, enquanto
jutsu técnica é algo secundário. Eu queria tornar claro que o Judô é uma
maneira de se buscar o DO (o Caminho) “ Jigoro Kano livro Energia Mental e
Física – Editora Pensamento/2008. Para os antigos mestres orientais, a vida
poderia ser comparada a uma viagem, uma jornada, uma trajetória. O caminho,
então, seria utilizado como uma metáfora da própria maneira de viver.
CONSIDERAÇÕES FINAIS A incorporação dos ideogramas japoneses
em projetos escolares de artes marciais apresenta uma oportunidade única de
explorar não apenas os aspectos técnicos da prática, mas também os valores
culturais e filosóficos intrínsecos às artes marciais. Nesse contexto, os
ideogramas "Ju" e "Do" do Judô desempenham um papel
significativo na compreensão mais profunda dessa prática milenar. O ideograma
"Ju," associado à suavidade e flexibilidade, não apenas define a
técnica física, mas também carrega consigo uma rica metáfora de crescimento e
adaptação. Através da semelhança do princípio “Ju” com um broto de uma árvore,
percebemos que a suavidade nas artes marciais não é apenas uma habilidade
física, mas um princípio filosófico que se assemelha ao desenvolvimento gradual
de uma planta em direção à luz. A paciência, a resistência interna e a
capacidade de se adaptar são conceitos presentes nessa interpretação. Por outro
lado, o ideograma "Do," que significa caminho, transcende a mera
jornada física. Ele incorpora uma dualidade intrínseca, representando a ligação
entre a prática física e a reflexão mental. O caminho, como sugerido pelos
grandes mestres, é uma jornada de transformação contínua, uma experiência que
se revela por meio da prática e da reflexão simultâneas. A dualidade do pé e da
cabeça reflete a conexão íntima entre a parte física da luta e o pensamento
estratégico. Ao trazer esses ideogramas para a sala de aula, os educadores têm
a oportunidade de enriquecer o entendimento dos alunos sobre as artes marciais,
incorporando elementos culturais e filosóficos. Compreender os significados dos
ideogramas não apenas fortalece a conexão com a cultura japonesa, mas também
promove a internalização dos valores essenciais, como respeito, disciplina e
auto aperfeiçoamento. A arte marcial vai além da prática física; ela se torna
uma ferramenta para o desenvolvimento integral do indivíduo. A suavidade e o
caminho, representados pelos ideogramas, oferecem uma visão holística da
prática, incentivando os alunos a não apenas dominarem as técnicas, mas também
a incorporarem os princípios fundamentais em suas vidas diárias. Ao final, o
projeto escolar de artes marciais, com foco nos ideogramas, destaca-se como uma
abordagem educacional que transcende os limites físicos do tatame, proporcionando
uma experiência enriquecedora que se estende para além das habilidades
técnicas, transformando-se em uma jornada de crescimento pessoal e cultural.
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